Dívida do Brasil e dos EUA geram preocupações distintas
Brasil deve R$ 11 trilhões e EUA US$ 40 trilhões, mas custos e impactos dessas dívidas são distintos.
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Brasil deve R$ 11 trilhões e EUA US$ 40 trilhões, mas custos e impactos dessas dívidas são distintos.
Dívida pública, disputas com o Congresso, tensões no STF e polarização impõem desafios que nem Lula nem Flávio Bolsonaro poderão resolver apenas com promessas.
Dívida pública atinge R$ 11,1 trilhões e 90% do orçamento já estão comprometidos, dificultando financiamento de novas medidas dos presidenciáveis.
A mudança na composição dos investidores dos títulos americanos pode elevar o custo para financiar a dívida pública.
Crise política e econômica na França se agrava com protestos, alta da dívida e risco de instabilidade nos mercados financeiros.
O risco-país da Argentina chegou a 710 pontos nesta terça-feira, refletindo queda nos títulos da dívida emitidos pelo governo argentino.
Com dívida em alta e desemprego recorde na UE, Finlândia debate redução de gastos antes das eleições de 2027.
O próximo governo enfrenta consenso sobre a necessidade de ajuste fiscal para conter a dívida pública, mas o desafio está em definir onde e como reduzir despesas.
Déficit das contas públicas dos EUA cresce US$ 217 bilhões e alcança o maior nível desde 2021, com despesas recordes e alta nos custos da dívida pública.
Disputa presidencial impulsiona ativos, mas problemas fiscais profundos exigem atenção urgente e medidas eficazes.
Presidente Lula afirma que cortar gastos sociais prejudica os mais pobres e reforça importância do crescimento para reduzir déficit.
Diretora-geral do FMI destaca imperativo de reformas nos EUA e na China para enfrentar dívidas públicas e desequilíbrios comerciais.