Governo Trump revoga mais de 300 mil vistos em ofensiva contra imigração
Desde janeiro de 2025, administração Trump revogou mais de 300 mil vistos dos EUA, intensificando controle migratório.
Desde janeiro de 2025, administração Trump revogou mais de 300 mil vistos dos EUA, intensificando controle migratório.
Presidente da Câmara destacou a importância de preservar o Estado de Direito após o segundo turno presidencial.
Presidente dos EUA comenta mudança política no continente e elogia liderança conservadora na Colômbia.
Camilo Santana revela que presidente do Senado adia votação da PEC da Segurança devido a discussões sobre redução da maioridade penal.
Entre anúncios corporativos de 21 de outubro, Cosan termina negociações pela venda da Rumo, enquanto Petrobras avalia positivamente adiamento de audiência da ANP.
Milhares protestam em Lisboa e Porto contra crise imobiliária e planejam retorno mesmo após operação policial que retirou barracas e resultou em prisões.
WEG reporta lucro líquido de R$ 1,67 bilhão no 3º trimestre, ligeiramente inferior às projeções do mercado.
A American Airlines concluiu a subscrição integral dos bônus de ações da Azul, elevando o capital da empresa em R$ 512,8 milhões.
Antecipando o segundo turno presidencial, operadores reforçam proteções cambiais e de ações em meio à disputa acirrada entre Bolsonaro e Lula.
Lucro líquido da Neoenergia chega a R$ 1,18 bilhão no 3º trimestre de 2026, com aumento de 27% na comparação anual.
Trisul reporta crescimento nas vendas no 3º trimestre, enquanto Helbor registra queda em comparação ao ano anterior.
Prejuízo da Anthropic ultrapassa US$ 80 bilhões no primeiro semestre de 2026, provocado principalmente por valorização de títulos conversíveis.
EssilorLuxottica supera expectativas de receita no terceiro trimestre, impulsionando valorização das ações na bolsa francesa.
Apesar de recuperação em outras bolsas asiáticas, índices chineses recuam impactados pela desaceleração da fabricante de baterias CATL.
Resultados do 3º trimestre dos bancos brasileiros são acompanhados de perto pelos investidores em meio a preocupações com inadimplência e cenário pós-eleição.