Saúde aprova protocolo para tratar crianças com hemofilia A
O protocolo tem abrangência nacional e deverá ser usado pelas secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para regular o acesso ao tratamento.
Benefícios
O tratamento é considerado menos invasivo. Ao contrário da terapia tradicional com fator VIII, que exige infusões nas veias, o emicizumabe é aplicado por via subcutânea, de forma menos invasiva.
O tratamento, de acordo com o ministério, diminuiria também a frequência dos sangramentos.
Informação
De acordo com a portaria, o paciente ou o responsável legal deverá ser informado sobre os potenciais riscos, efeitos colaterais e eventos adversos relacionados ao uso do emicizumabe.
O protocolo completo ficará disponível no site do Ministério da Saúde, na área destinada aos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).
Atendimento
Os gestores estaduais, distrital e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão organizar a rede assistencial, definir os serviços de referência e estabelecer os fluxos necessários para o atendimento dos pacientes em todas as etapas previstas pelo protocolo.
📰 Veja também
SUS amplia teste que detecta HPV de alto risco em mais de 9,9 mil
Em 2026, o SUS identificou HPV de alto risco em 9.904 amostras, ampliando o exame que permite rastrear o vírus antes de alterações cancerígenas.
Anvisa registra 9 mortes relacionadas ao uso compassivo da
Agência suspende ampliação de acesso à polilaminina após notificações de óbitos, falta de evidências sobre segurança e aumento incomum de solicitações.
Dores nas articulações na menopausa: quando procurar um
Especialistas alertam que dores persistentes, inchaço e rigidez nas articulações na menopausa podem indicar doenças reumatológicas e merecem investigação.
Alergia a camarão pode ser fatal: entenda riscos e medidas para
Reações alérgicas graves a frutos do mar podem causar anafilaxia e levar à morte; identificar sintomas e agir com adrenalina é essencial.
Vacina personalizada de mRNA reduz riscos de morte e recidiva do
Estudo fase 3 revela que imunizante da Moderna e MSD, combinado com imunoterapia, reduz também em 38% o risco de metástase no melanoma.