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Mulher Banana morre em Nova Iguaçu aos 49 anos

Cantora trans que ajudou a popularizar o funk carioca é encontrada morta em casa na Baixada Fluminense.

Mulher Banana, pioneira do funk carioca, é encontrada morta em casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense
Mulher Banana, pioneira do funk carioca, é encontrada morta em casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução

Julyana de Souza Pontes, conhecida artisticamente como Mulher Banana, foi encontrada morta em sua residência no bairro Engenho Pequeno, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na sexta-feira (30). A cantora tinha 49 anos.

O óbito foi informado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que abriu investigação para apurar as circunstâncias do falecimento. O atestado de óbito indica morte súbita, porém a causa exata ainda está sob apuração.

Mulher Banana destacou-se nacionalmente no início dos anos 2000, sobretudo após integrar a equipe da Furacão 2000, um dos grupos responsáveis pela difusão do funk carioca pelo país. Ela também era conhecida pelo nome artístico Garota X.

A artista é reconhecida como uma das primeiras mulheres trans a conquistar espaço na cena do funk, um gênero musical que historicamente teve pouca representatividade trans em seu início.

Além da carreira musical, Julyana Pontes dedicava-se à causa animal, acolhendo gatos abandonados e promovendo cuidados para esses animais.

A notícia da morte repercutiu entre artistas do funk. A cantora Tati Quebra Barraco prestou uma homenagem pública, ressaltando a importância da amiga para o desenvolvimento do gênero. MC Xuxú também manifestou pesar nas redes sociais, qualificando Mulher Banana como uma mulher trans que abriu caminhos e conquistou espaços significativos na história do funk brasileiro.

Tags: Mulher BananaNova Iguaçufunk cariocafuturo do funkmulheres trans

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