Nikolas diz que anular eleição é quase impossível e pede calma
Deputado Nikolas Ferreira orienta prudência e contraria Flávio Bolsonaro ao reconhecer resultado das eleições de 2026.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou, em vídeo publicado em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (26), que a possibilidade de anulação das eleições presidenciais realizadas no domingo (25) é "praticamente nula". Ele pediu que seus apoiadores evitem sair às ruas para protestar contra o resultado das urnas.
"Conhecendo o nosso país, a chance de anular essa eleição é praticamente nula, e a prudência agora com as vidas que estão em jogo deve falar mais alto que qualquer ímpeto do nosso coração. Já vimos muitas pessoas pagarem um alto preço de irem para a rua no calor da emoção. Não façam isso", afirmou Nikolas.
O posicionamento do deputado federal contraria o do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado no segundo turno, que declarou não reconhecer o resultado da eleição e anunciou a intenção de pedir à Justiça a anulação do pleito.
No vídeo, Nikolas também expressa sua indignação com a quantidade de perguntas sem respostas sobre o processo eleitoral, o que gera "insegurança e indignação". Contudo, ele afirmou ter recorrido a Deus para lidar com a situação, desejando proteção para o país nos próximos anos.
Paralelamente, a segurança do processo eleitoral foi reafirmada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que declarou ter "absoluta segurança de todo o processo eleitoral". O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet Branco, também garantiu a integridade da votação, reforçando que o Ministério Público cumpriu sua missão de fiscalizar e combater irregularidades, garantindo o respeito à vontade dos eleitores.
Gonet destacou que "a democracia se fortalece quando as regras são cumpridas e cada pessoa pode exercer seu direito de escolha de forma livre. O respeito à vontade manifestada nas urnas fortalece as instituições democráticas e garante legitimidade à representação política".




Comentários
Entre na sua conta e seja o primeiro a comentar esta matéria.