Ex-presidenciáveis criticam fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA
Diversos ex-candidatos comentam nas redes sociais sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro do Brasil após o segundo turno da eleição presidencial.
Após a derrota na eleição presidencial de 2026 para Lula (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil e viajou para os Estados Unidos, gerando reações entre ex-presidenciáveis que disputaram a corrida ao Planalto neste ano.
Renan Santos (Missão), Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) manifestaram críticas à saída do senador nas redes sociais, questionando motivos e a postura adotada.
Por outro lado, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), que apoiaram Flávio no segundo turno, não se posicionaram publicamente sobre o episódio.
Augusto Cury (Avante), também apoiador do senador, publicou inicialmente um vídeo no Instagram em que comparava a saída de Flávio à atitude de "abandonar o barco" em meio a tempestades, mas apagou a postagem pouco depois. Em novo vídeo, ele explicou que a intenção era defender a possibilidade do senador recorrer à Justiça comum no próximo ano, quando perderá o foro privilegiado, e solicitou respeito às opiniões divergentes.
Críticas de ex-presidenciáveis
Renan Santos afirmou que Flávio Bolsonaro possui "muitos casos de corrupção" e o acusou de ter enriquecido durante a carreira política. "Vai gastar o seu dinheiro, que não foi muito suado, foi tirado de outras pessoas, com o Mickey lá na Flórida", declarou.
Samara Martins criticou o senador por ignorar a determinação de entrega de passaportes e destacou que ele "foge do país, correndo direto para os braços de seu fascista favorito e aliado político, Donald Trump".
Hertz Dias avaliou que a fuga de Flávio acontece para interromper investigações contra ele, ressaltando que o senador não demonstra patriotismo e que, apesar da assistência de bons advogados, escolheu fugir.
Rui Costa Pimenta afirmou que Flávio Bolsonaro "está sendo perseguido porque teve quase 60 milhões de votos" e também criticou a decisão judicial que determinou a apreensão do passaporte do senador.
O episódio repercute em um momento de tensão política e judicial envolvendo figuras do cenário eleitoral brasileiro, suscitando debates sobre legalidade, defesa política e estratégias pessoais adotadas por candidatos derrotados.





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