Pesquisa Real Time Big Data indica Flávio Bolsonaro com 52% dos votos válidos contra 48% de Lula no 2º turno
Levantamento mostra disputa apertada entre Flávio Bolsonaro e Lula, com margem de erro que configura empate técnico.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos em uma simulação de segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 48%, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20).
A diferença entre os dois candidatos é de quatro pontos percentuais. Contudo, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, os intervalos dos percentuais se sobrepõem em 50%, configurando um empate técnico no limite da margem de erro.
Os percentuais apresentados são de votos válidos, ou seja, não contabilizam votos brancos ou nulos, seguindo o critério adotado pela Justiça Eleitoral para definição do resultado eleitoral.
Contexto da pesquisa e metodologia
A pesquisa reforça o cenário competitivo e acirrado no segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, similar ao mostrado por outros levantamentos divulgados recentemente. É importante destacar que as diferenças metodológicas entre institutos e o período de coleta podem influenciar os números, motivo pelo qual não devem ser comparados diretamente.
No caso específico do Real Time Big Data, as entrevistas foram feitas por telefone entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O instituto ouviu 2.000 eleitores, e o levantamento conta com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02952/2026.
Implicações e análises recentes
Especialistas apontam que a associação generalizada da política à corrupção pode favorecer candidatos opositores, dificultando estratégias de desgaste como as adotadas por Lula contra Flávio Bolsonaro.
No que tange aos programas sociais, Lula aposta em reajustes e na ampliação dos programas existentes, enquanto Flávio Bolsonaro propõe manter os benefícios atuais, instituir regras de transição para trabalhadores que conseguirem emprego e integrar a assistência social a sistemas de crédito e qualificação profissional.