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Brava Energia descobre hidrocarbonetos e Eneva recebe aporte bilionário do Itaú

Brava Energia confirma presença de hidrocarbonetos em poço exploratório, enquanto Eneva obtém investimento de R$1,77 bilhão do Itaú.

16/10/2026 às 08h35

A Brava Energia (BRAV3) comunicou oficialmente à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a identificação de hidrocarbonetos no seu primeiro poço exploratório onshore localizado no Campo de Sanhaçu, na Bacia Potiguar, Rio Grande do Norte.

Na mesma data, a Eneva (ENEV3) anunciou a celebração de um novo acordo de investimento com o Itaú Unibanco (ITUB4). O acordo formaliza uma operação na qual o Itaú realizou um aporte adicional de R$ 1,777 bilhão na Eneva Participações III, por meio da subscrição de novas ações preferenciais da empresa.

Outras movimentações no mercado de ações

A Mitre Realty (MTRE3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários no total de R$ 12 milhões, equivalentes a R$ 0,11345 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em três parcelas de R$ 4 milhões, sem incidência de correção monetária ou juros.

Leia também: Brava Energia detecta hidrocarbonetos em poço exploratório no Campo de Sanhaçu, Rio Grande do Norte

A Lavvi (LAVV3) reportou uma queda de 14% nas vendas do terceiro trimestre em comparação ao mesmo período do ano anterior, embora tenha apresentado crescimento expressivo de 48% nos lançamentos no mesmo intervalo.

Em operações no mercado acionário, a gestora BlackRock alcançou participação de 5,003% das ações ordinárias da Suzano, após aquisição de 63,2 milhões de ações, incluindo recibos de ações negociados internacionalmente (ADRs). A gestora também possui instrumentos financeiros derivativos equivalentes a aproximadamente 0,001% do capital da empresa.

Na área de crédito, a agência Fitch Ratings atribuiu classificação de risco nacional de longo prazo AA(bra) à sexta emissão de debêntures do Grupo SBF, controlador da Centauro. Os títulos contam com garantia adicional da controladora e não são conversíveis em ações.

A Klabin renegociou financiamentos vinculados ao Projeto Puma II com instituições como o IDB Invest, IFC, JICA e bancos comerciais. Os vencimentos dos empréstimos foram prorrogados e o custo total da dívida foi reduzido para SOFR mais 2,04% ao ano.

Outras atualizações corporativas incluem a redução da participação da Petro-Victory Energia na Azevedo & Travassos Energia para 9,48%, um fundo da Concórdia Gestão de Recursos que passou a deter 2,30% das ações ordinárias da Gafisa, além da venda de 1,41 milhão de ações do Fleury pelo grupo JPMorgan Chase, reduzindo sua participação para 4,87%.

Por fim, o conselho de administração da Valid aprovou a 12ª emissão de debêntures simples no valor total de R$ 200 milhões, sem garantia real específica, classificadas como quirografárias e não conversíveis em ações.

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