Lula tem mais de 95% dos votos no 2º turno na Palestina e Cuba
No exterior, Lula alcançou vitória expressiva nessas localidades mesmo com disputa acirrada no resultado geral.
No segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, obteve vitória apertada no resultado geral, com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, do PL. Porém, em alguns países onde houve votação do eleitorado brasileiro, o cenário mostrou diferenças significativas em favor do candidato petista.
Vitória expressiva em Palestina
Na Palestina, território conhecido pelo conflito histórico com Israel e cuja causa conta com apoio de parte do eleitorado de Lula, o petista recebeu 1.000 votos de brasileiros que compareceram às urnas naquele local. Já Flávio Bolsonaro obteve apenas 46 votos válidos. A proporção dos votos validou 95,60% para Lula e 4,40% para Bolsonaro. No primeiro turno, o candidato do PT também venceu amplamente, com 93,17% dos votos.
Resultado marcante em Cuba
Outro destaque foi a votação no território cubano. Lá, Lula conquistou 43 votos, contra apenas 1 do candidato do PL, representando 97,73% e 2,27% dos votos válidos, respectivamente. Esse resultado reforça a significativa vantagem do petista na ilha, que também havia sido evidente no primeiro turno, quando Lula obteve 94,75% dos votos naquele país, contra 2,63% de Flávio Bolsonaro.
Lula lidera em maioria dos países no exterior
Ao todo, o segundo turno das eleições registrou votos em 90 países no exterior. Lula foi o mais votado em 62 deles, enquanto o candidato do PL liderou em 38. Em relação ao primeiro turno, houve mudança de liderança em alguns locais: Bolsonaro virou o resultado em três países e três cidades, ao passo que Lula passou à frente em dois países e sete cidades.
Comparação com eleições anteriores
Em relação ao segundo turno de 2022, Lula ampliou sua votação no exterior, conquistando 47.249 votos a mais em 2026. Na eleição anterior, disputada contra Jair Bolsonaro, o petista contabilizou 152.905 votos (51,28%) contra 145.264 (48,72%) do então presidente.
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