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São Paulo

Polícia Civil investiga desvios de R$ 230 mil em conta bancária da Câmara de Águas de Santa Bárbara

Funcionario pública foi vítima de golpe que resultou em transferências não autorizadas; inquérito segue em andamento.

21/10/2026 às 13h38
1 de 1 A Câmara de Águas de Santa Bárbara fica localizada na Avenida José Costa, 650, na Vila Cantizani
1 de 1 A Câmara de Águas de Santa Bárbara fica localizada na Avenida José Costa, 650, na Vila Cantizani — Foto: Google Maps/Reprodução

A Polícia Civil está investigando o desvio de mais de R$ 230 mil da conta bancária da Câmara Municipal de Águas de Santa Bárbara, localizado na Avenida José Costa, 650, na Vila Cantizani. O caso vem sendo apurado pela delegacia local, onde um inquérito policial foi instaurado e segue em andamento.

O episódio ocorreu em 26 de agosto deste ano, quando uma funcionária pública recebeu uma ligação de um golpista que se identificou como gerente da Caixa Econômica Federal. Segundo informou à polícia, a autora do golpe conduziu a vítima a acessar um site para suposta atualização do gerenciador financeiro da instituição.

Durante a ligação, o criminoso indicou um endereço eletrônico para a vítima inserir na aba do navegador, facilitando a captura de dados pessoais de acesso. Embora tenha afirmado que não era necessário acessar diretamente a conta bancária, o suspeito conseguiu coletar informações que permitiram as transações fraudulentas.

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No dia seguinte à ligação, ao consultar a folha de pagamento, a funcionária percebeu que o saldo da conta estava reduzido e identificou duas transferências não autorizadas que somaram mais de R$ 230 mil. As operações foram realizadas fora do expediente da Câmara e sem sessão pública, conforme registro no boletim de ocorrência.

Imediatamente após a constatação das transferências, a vítima contatou o banco para solicitar o bloqueio de acesso à conta. A Câmara instaurou uma sindicância interna e encaminhou o relatório à Polícia Civil para auxiliar nas investigações.

Em nota oficial divulgada no dia 15 de outubro, o Legislativo local afirmou que o dinheiro foi transferido para contas desconhecidas e desconhecidas pela instituição. Reafirmou ainda seu compromisso com a transparência, a defesa do patrimônio público e destacou que a própria Câmara deu início ao processo de apuração.

Até o momento, as autoridades seguem trabalhando para recuperar os valores desviados e responsabilizar os envolvidos no crime.

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