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São Paulo

Médico é preso em Suzano suspeito de abuso sexual durante atendimento hospitalar

Rubens Sousa de Oliveira foi detido em flagrante após paciente relatar abuso durante consulta no Hospital e Maternidade de Suzano.

Por 14/10/2026 às 21h15  ·  Atualizado em 14/10/2026 às 21h17

O médico Rubens Sousa de Oliveira, de 63 anos, foi preso em flagrante no dia 14 de outubro de 2026, suspeito de abusar sexualmente de uma paciente durante uma consulta no Hospital e Maternidade de Suzano (HMS). A vítima, uma mulher de 32 anos, procurou atendimento após sentir dores causadas por pedra nos rins.

Durante a consulta de retorno, a paciente relatou que o médico tocou sua região íntima enquanto pedia que ela deitasse de bruços na maca e realizava um exame. Segundo o relato, o médico teria movimentado a mão na região pélvica da paciente com movimentos circulares, causando desconforto e dor.

O atendimento foi interrompido com a volta de uma enfermeira à sala. A paciente, abalada, buscou o apoio de uma funcionária do hospital para relatar o ocorrido. As enfermeiras confirmaram que a conduta do médico não condizia com os procedimentos normais para o caso e acionaram a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal (GCM).

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O médico foi detido e levado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano, onde o caso foi registrado como importunação sexual. A audiência de custódia do suspeito está marcada para o dia 15 de outubro.

A Prefeitura de Suzano exigiu o desligamento imediato do médico da unidade, ressaltando que ele atuava na instituição há aproximadamente seis meses realizando menos de 25 plantões. O profissional é vinculado a uma empresa terceirizada prestadora de serviços. A Controladoria Geral do Município informou que acompanha as medidas administrativas junto à entidade gestora do hospital.

A administração municipal repudia qualquer forma de violência contra a mulher, destacou o suporte oferecido à paciente pela equipe hospitalar, incluindo acompanhamento psicológico e social, e ressalta o compromisso de colaborar com as investigações preservando a privacidade e os direitos da vítima.

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