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São Paulo

Chefe de quadrilha do falso advogado é assassinado a facadas em Cubatão; companheira sob investigação

Kauã Freitas Gonçalves de Oliveira, de 23 anos, líder de esquema de fraudes bancárias, foi morto e a companheira dele é investigada pelo crime.

Por 13/10/2026 às 21h40  ·  Atualizado em 13/10/2026 às 21h41
1 de 2 Kauã Freitas Gonçalves de Oliveira foi morto a facadas em Cubatão (SP)
1 de 2 Kauã Freitas Gonçalves de Oliveira foi morto a facadas em Cubatão (SP) — Foto: Reprodução e Thiego Barbosa/Arquivo Prefeitura de Cubatão

O líder de uma quadrilha especializada em golpes do falso advogado e falso gerente de banco, Kauã Freitas Gonçalves de Oliveira, de 23 anos, foi assassinado a facadas na noite de segunda-feira (12) em Cubatão, no litoral de São Paulo. A Polícia Civil investiga o crime, e a companheira do suspeito, de 19 anos, está sob apuração por envolvimento no homicídio.

O crime aconteceu na Vila dos Pescadores, e após ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em estado grave, Kauã foi encaminhado ao Pronto Socorro Central, onde faleceu.

Atuação da quadrilha e investigações

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Kauã liderava centrais telefônicas que realizavam fraudes bancárias. As investigações contra o grupo se estendem desde o início de 2026. Em abril, a Polícia Civil encontrou a primeira central de golpes na comunidade Vila Esperança, apreendendo diversos equipamentos e materiais usados no esquema.

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Nesse episódio, Kauã conseguiu fugir ao ser avisado antecipadamente por rádios comunicadores sobre a chegada dos policiais, conforme informado pelo delegado Fernando Henrique Faria, titular da Delegacia de Cubatão.

Posteriormente, em 16 de julho, uma segunda central foi localizada na Vila Siri, ocasião em que Kauã também escapou após alerta recebido via rádio comunicador. Na ocasião, mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra Claudiana Souza de Alencar e Wells Chaves de Souza, suspeitos de integrar o esquema criminoso.

Investigação atual

A Polícia Civil registrou o caso como homicídio e conduz diligências para esclarecer as circunstâncias do assassinato. Até o momento da última atualização, as defesas de Kauã e da companheira dele, cujo nome não foi divulgado, não foram localizadas para comentar sobre o caso.

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