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Goiás

Prefeito de Goiânia alerta que prédio Redondo da Araguaia pode ser implodido se reforma não avançar

Construção inacabada há cerca de 25 anos no Centro de Goiânia pode ser demolida caso projeto de reforma não seja executado, afirma Sandro Mabel.

21/10/2026 às 13h28  ·  Atualizado em 21/10/2026 às 13h29

O prédio conhecido como Redondo da Araguaia, localizado no Centro de Goiânia, pode ser implodido caso os proprietários não avancem com um projeto de reforma para o imóvel. A obra da construção começou em 1994 e foi interrompida em 1995, permanecendo inacabada há cerca de 25 anos.

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, comunicou que entrou em contato com os donos do prédio para saber se pretendem aproveitar a estrutura e realizar sua recuperação ou se a prefeitura terá que iniciar o processo de demolição. Segundo Mabel, os proprietários informaram a intenção de preparar um projeto de reforma, que deverá transformar o local em apartamentos para aluguel por temporada.

Para evitar novas ocupações irregulares enquanto o projeto não avança, o prefeito solicitou medidas como a retirada dos tapumes danificados e a construção de um muro reforçado ao redor do imóvel. Em outubro de 2026, a Guarda Civil Metropolitana identificou seis pessoas abrigadas irregularmente dentro do prédio. Além disso, há registros de ocorrências relacionadas a tráfico de drogas, furtos e lesões corporais nas proximidades da construção.

Leia também: Prefeitura de Goiânia planeja retomar obra de prédio inacabado há 25 anos para aluguel por temporada

De acordo com laudos estruturais recentes, as fundações e as lajes do prédio permanecem preservadas, permitindo a continuidade das reformas sem comprometer a estabilidade do imóvel. No entanto, o proprietário foi autuado pela Prefeitura de Goiânia devido à falta de manutenção e às condições inadequadas de segurança e salubridade do local.

O Redondo da Araguaia, desde o abandono da obra, vinha gerando reclamações de moradores e comerciantes da região por conta da insegurança e da degradação do espaço. Equipes da assistência social também prestaram atendimento às pessoas que estavam abrigadas no prédio.

Até o momento, não houve retorno dos proprietários para contato direto com a imprensa para comentar as ações futuras relativas ao imóvel.

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