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Suspeitos mortos em Ribeirão Preto tinham extensa ficha

Alexsandro Calisto Gomes e Vinicius de Jesus foram mortos em confronto durante abordagem da PM; ambos tinham diversas passagens e condenações.

Dois homens suspeitos de integrar uma facção criminosa foram mortos durante uma abordagem da Polícia Militar na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, na quarta-feira (20). Conforme informações divulgadas pelo delegado José Carvalho de Araújo Júnior, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Alexsandro Calisto Gomes, de 40 anos, e Vinicius de Jesus, de 32 anos, possuíam extensa ficha criminal com diversas passagens pela polícia e condenações na Justiça.

Alexsandro possuía registros por tráfico de drogas, receptação, roubo e porte ilegal de arma, enquanto Vinicius já tinha antecedentes e condenações por latrocínio, tráfico de drogas e roubo. O delegado ressaltou que os dois possuíam envolvimento significativo com o crime, constatado por meio das investigações e confrontos anteriores com policiais.

Detalhes da abordagem e do confronto

A operação iniciou-se após uma denúncia de que o veículo conduzido pelos suspeitos transportava armas de fogo. A Polícia Militar abordou o carro na Avenida Eduardo Andrea Matarazzo, conhecida como Via Norte, quando os ocupantes reagiram. Houve troca de tiros, resultando na morte de Alexsandro e Vinicius.

Durante a ação, foram apreendidas submetralhadoras no veículo, cujas numerações apresentavam raspagem. A perícia técnica foi acionada para identificar os armamentos e produzir laudos que comporão o inquérito aberto para apurar as circunstâncias das mortes e do confronto policial.

Repercussão local e segurança pública

A movimentação policial provocou bloqueios na região, dispersando veículos e pedestres e gerando preocupação em moradores e comerciantes. Relatos de toques de recolher nas redes sociais foram classificados pela Polícia Militar como boatos, atribuídos ao efeito manada. Para garantir a segurança da população, o batalhão reforçou o policiamento na área.

Contexto familiar e acompanhamento das investigações

Conforme relato da irmã de Vinicius, Vitória Cristina de Jesus, ele residia no bairro Adelino Simioni, era casado e cuidava de duas enteadas. Segundo ela, Vinicius já cumpriu as penas relativas às suas passagens anteriores e não possuía pendências judiciais. Ambas as famílias manifestaram a intenção de acompanhar o andamento das investigações policiais e o acesso aos resultados das perícias.

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