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Cheia no rio Tietê deixa lixo acumulado em Salto, SP

Cheia do Rio Tietê em Salto foi registrada com vazão de 749 m³/s e mostrou também poluição por garrafas PET e outros resíduos.

Na tarde deste domingo (25), o Rio Tietê em Salto, interior de São Paulo, registrou uma cheia que chamou atenção não apenas pelo volume de água, mas pela quantidade significativa de lixo acumulado no leito do rio. Imagens aéreas feitas no Complexo da Cachoeira mostraram o aumento da vazão do rio e o impacto ambiental da poluição local.

De acordo com a Defesa Civil de Salto, a vazão do Rio Tietê, medida às 16h, atingiu 749 metros cúbicos por segundo. Com o aumento do volume, partes do leito que normalmente ficam expostas, como bancos de pedras, ficaram completamente submersas.

No Parque de Lavras, localizado ao longo do rio, a concentração de lixo ficou evidente, com milhares de garrafas PET e outros detritos sólidos espalhados na água. Essa situação comprova os problemas recorrentes de poluição que afetam o rio após as chuvas.

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Mesmo diante da cheia, as atrações turísticas do Complexo da Cachoeira, como a Ilha dos Amores, o Memorial do Rio Tietê, a Ponte Pênsil e o Caminho das Esculturas, permaneceram abertas ao público neste domingo.

Durante o ano de 2026, o Rio Tietê apresentou situações similares de cheia em Salto, que causaram até mesmo o fechamento de vias municipais devido à elevação do nível da água. Além disso, o rio enfrentou desafios relacionados à presença de lama e esgoto, agravando os impactos ambientais na região.

Esses episódios reforçam o desafio de manejar e preservar o Rio Tietê, que é um importante recurso hídrico e turístico para o município de Salto e os arredores.

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