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Augusto Cury vota em Colina e apoia fim da reeleição

Ex-candidato à presidência votou no 2º turno das Eleições 2026 e destacou compromisso de Flávio Bolsonaro pelo fim da reeleição.

1 de 1 Urna eletrônica para votação nas eleições brasileiras
1 de 1 Urna eletrônica para votação nas eleições brasileiras — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O escritor e ex-candidato à presidência da República, Augusto Cury, votou no segundo turno das Eleições 2026 neste domingo (25) na cidade de Colina, interior de São Paulo. O voto foi registrado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Coronel José Venâncio Dias.

No primeiro turno, Cury obteve a terceira maior votação nacionalmente, somando 3.448.569 votos, o que representa 2,89% dos votos válidos.

Compromisso com o fim da reeleição

Para o segundo turno, Augusto Cury decidiu apoiar o candidato Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL). Essa escolha ocorreu após o candidato concordar e assinar publicamente um compromisso alinhado às propostas de Cury, especialmente o fim da reeleição presidencial no Brasil.

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"Flávio Bolsonaro me ouviu de maneira profunda e inteligente", disse Cury, ressaltando a assinatura do pacto público que inclui a proposta de acabar com a possibilidade de reeleição.

Responsabilidade fiscal como desafio prioritário

O ex-candidato destacou também a necessidade de responsabilidade fiscal como o principal desafio para o próximo presidente do país. Ele defendeu que o governo deve gastar significativamente menos do que arrecada para equilibrar as contas públicas.

Cury ressaltou que, no ano anterior, o custo para rolar a dívida federal foi de R$ 1,15 trilhão, valor que considerou insustentável. Além disso, mencionou um déficit primário previsto entre R$ 80 e 90 bilhões para o ano vigente, englobando despesas com servidores e benefícios previdenciários.

Segundo ele, é fundamental que haja um pacto nacional comprometido com a estabilidade fiscal, alertando que a falta de arrecadação adequada fará com que os juros permaneçam elevados.

Tags: Augusto CuryFlávio BolsonaroResponsabilidade fiscaleleições 2026reeleição

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