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Alunos e funcionários de escola estadual em SP são internados por suspeita de intoxicação alimentar após consumo de bombons

Pelo menos 27 pessoas apresentaram sintomas como vômitos e tontura após almoçar bombons de leite em pó em escola de Pitangueiras, SP.

Pelo menos 27 pessoas, entre estudantes de 11 e 12 anos e funcionários da Escola Estadual Maurício Montecchi, em Pitangueiras (SP), foram internadas com quadro suspeito de intoxicação alimentar. A enfermidade foi identificada após o consumo de bombons de leite em pó oferecidos durante o almoço na quinta-feira (15).

Os pacientes apresentaram sintomas como vômitos ininterruptos, tontura, dor intensa na região abdominal, diarreia e queda de pressão arterial. Diante da gravidade dos quadros, a Santa Casa de Pitangueiras precisou reforçar o atendimento, dobrando a equipe médica para atender a emergência. Todos os internados receberam hidratação venosa e medicação, e posteriormente tiveram alta médica.

A mãe de um dos estudantes, Fabiana Neves Martins, relatou o desespero ao ver o filho e outras crianças chegando pálidas e vomitando na unidade de saúde. O estudante afetado, Matheus Segantine, de 11 anos, começou a apresentar sintomas horas após a escola e foi levado imediatamente ao hospital, onde foi atendido e recuperado.

Leia também: Dezoito crianças são internadas após suspeita de intoxicação por bombons em escola de Pitangueiras, SP

A Secretaria Estadual de Educação lamentou o ocorrido e informou que acompanhou os estudantes durante o atendimento médico. O caso foi registrado na Plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP).

Investigação e medidas adotadas

A Polícia Civil, a Vigilância Sanitária de Pitangueiras e a Secretaria de Educação estão investigando o surto. Foi realizada perícia na cozinha da escola, onde foi constatado que a estrutura física e o armazenamento dos ingredientes estavam dentro das normas sanitárias, com ingredientes dentro do prazo de validade.

Segundo a Vigilância Sanitária, amostras da água usada na preparação dos alimentos e dos ingredientes do bombom foram recolhidas para análise no Instituto Adolfo Lutz e por uma empresa terceirizada do estado, para apurar a possível causa da intoxicação.

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