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Política

Janones denuncia censura em decisão do TSE contra Exército do Lula

Por Agência Brasil 11/10/2026 às 14h17  ·  Atualizado em 13/10/2026 às 01h47
Foto: Agência Brasil

Segundo Janones, o canal “Exército do Lula” tem 3,3 milhões de pessoas e foi criado para mobilizar e orientar eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado no dia 25, último domingo do mês, entre Flávio e o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No pedido ao TSE, a campanha do candidato do PL alega que Janones teria coordenado a disseminação de conteúdos desinformativos e ofensivos contra Flávio, com conhecimento e benefício do candidato à reeleição.

Segundo a denúncia, a estrutura usava o canal de WhatsApp para distribuir “missões” de compartilhamento de publicações e teria empregado recursos públicos de campanha em impulsionamento de propaganda negativa.

Janones, reeleito com cerca de 79 mil votos, nega a acusação. Na noite de sábado (10), ele fez uma live pelo Instagram e afirmou que o canal estava apenas na fase de inclusão de perfis e explicações de como funcionaria, sem ter divulgado uma notícia sequer.

“Eu não divulguei uma notícia lá. Vocês, esses [então] 3,2 milhões de soldados do presidente Lula que estão lá não me deixam mentir. Vocês sabem que não foi divulgado nada ainda”, afirmou.

Janones sustenta que a ação do PL foi motivada por “medo” da atuação dele nas redes sociais.

Na publicação deste domingo, ele explica que a decisão do TSE o impede de criar outro canal no YouTube, mas não o impossibilita de seguir com mobilização no Instagram.

“Nós não vamos nos calar, vamos continuar”, afirmou.

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