Pular para o conteúdo

Rafael Fonteles nega ministério e reafirma mandato no Piauí

Governador reeleito do Piauí nega ter tratado com Lula sobre ministério e planeja cumprir mandato estadual.

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), afirmou nesta segunda-feira (26) que não discutiu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a possibilidade de assumir um ministério no novo governo federal. Em entrevista ao Estúdio i na GloboNews, Fonteles negou que o assunto tenha sido tratado em qualquer momento antes ou depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

Rafael Fonteles ressaltou que pretende cumprir integralmente seu mandato como governador do Piauí, cargo para o qual foi reeleito com 70,90% dos votos válidos ainda no primeiro turno, o maior percentual entre os governadores eleitos no país. "Isso não passa nem pela minha cabeça. Eu ainda espero ser diplomado muito em breve pela Justiça Eleitoral do meu estado, como governador eleito, e tomar posse para cuidar do povo do Piauí", declarou.

O governador também comentou sua atuação como coordenador da campanha de Lula no segundo turno, explicando que a aproximação com o presidente se intensificou durante esse período, quando foi convidado a colaborar com a campanha nacional. Ele observou que a vitória de Lula foi impulsionada por maior presença nas redes sociais e maior contato direto com a população, apontando a necessidade de um governo mais conectado com a sociedade e plataformas digitais.

Leia também: Rafael Fonteles nega cargos e fala da surpresa com vitória de Lula

Sobre a reação do mercado financeiro ao resultado da eleição, Fonteles considerou normais as oscilações diante da mudança política e destacou o histórico de Lula em manter o equilíbrio das contas públicas. Por fim, reafirmou que continuará colaborando com o governo federal, porém na condição de aliado político e chefe do Executivo estadual, mantendo seu foco na administração do Piauí.

Nas eleições presidenciais de 2026, Lula foi reeleito no domingo (25) com 51,79% dos votos válidos, garantindo 64,2 milhões de votos contra 59,8 milhões do candidato adversário Flávio Bolsonaro (PL).

Comentários

Comentários exclusivos para quem tem conta

Entre na sua conta e seja o primeiro a comentar esta matéria.

Veja também