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Jovem que agrediu professora da UFG estava desaparecido e foi

Kaio Kalton de Brito, acusado de agredir a professora aposentada Elizabeth Caramaschi, estava desaparecido desde 28 de setembro e foi localizado após repercussão do crime.

Kaio Kalton de Brito, de 22 anos, responsável pela agressão contra a professora aposentada Elizabeth Caramaschi, de 79 anos, estava desaparecido desde 28 de setembro, conforme declaração de sua companheira, Kiuany Vitória Lemes Batista, de 18 anos. Ele foi encontrado somente após a repercussão do crime na imprensa, segundo informações apuradas pelo G1 Goiás.

Elizabeth Caramaschi sofreu graves ferimentos após ser atacada por Kaio com uma garrafa de vidro quebrada em Goiânia, no Setor Bueno, no dia 18 de outubro. A professora está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Urgências de Goiás (Hugo) e precisará passar por cirurgia de reconstrução facial, conforme informou o filho dela, Thiago Caramaschi.

A companheira de Kaio relatou que o jovem apresentava comportamento estranho antes do desaparecimento, falando em perseguição e suposto trabalho de feitiçaria contra ele, o que gerou preocupação na família.

O suspeito foi preso em flagrante e teve sua prisão convertida em preventiva após audiência de custódia. Ele responderá por tentativa de feminicídio. A Defensoria Pública solicitou a realização de exame de sanidade mental, alegando falas desconexas do investigado, mas o Ministério Público de Goiás se posicionou contra o pedido, defendendo a manutenção da prisão preventiva pela gravidade dos fatos e risco à sociedade.

Kaio Kalton, natural do Maranhão, reside em Morrinhos, Goiás, desde a infância e trabalha com serviços braçais em propriedades rurais da região. Até o momento, a família não foi informada oficialmente sobre o estado dele ou detalhes da custódia.

A agressão contra a professora foi registrada por câmera de segurança, que mostra Elizabeth tentando fugir pela rua, mas sendo alcançada pelo suspeito. A Secretaria de Segurança Pública e a Justiça acompanham o caso.

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