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The Pussycat Dolls celebram 20 anos de carreira com primeiro

Grupo prometeu show especial e interativo para os fãs brasileiros, com abertura de Pabllo Vittar, marcando a estreia da banda no país.

O grupo The Pussycat Dolls realiza seu primeiro show no Brasil nesta sexta-feira (23), em São Paulo, em uma apresentação que celebra os 20 anos do lançamento do seu álbum de estreia em 2005. Em entrevista ao Fantástico, as integrantes do trio expressaram entusiasmo pela oportunidade inédita no país e destacaram o carinho que sempre receberam do público brasileiro.

As artistas ressaltaram que o contato mais próximo com os fãs, por meio das redes sociais, ampliou ainda mais essa relação ao longo do tempo. “Os fãs brasileiros sempre foram muito dedicados à gente desde o início. Nós vamos nos soltar totalmente naquele palco. Vai ser algo de tirar o fôlego”, afirmaram.

Conhecidas pelas coreografias elaboradas que mesclam dança e música, as Pussycat Dolls mantêm essa característica como uma marca central de suas apresentações. “Esse grupo nasceu a partir da dança, então é a nossa forma de nos conectar e expressar a música pelo corpo. Poder fazer isso no Brasil vai ser muito especial”, comentaram.

O repertório do show inclui sucessos que fizeram parte das rádios e pistas de dança dos anos 2000, período em que o grupo vendeu mais de 15 milhões de álbuns. Além disso, os figurinos farão uma referência às primeiras fases da carreira.

As integrantes mencionaram a emoção de reencontrar diferentes gerações de fãs, que mantêm viva a admiração pela banda. “É raro ter a oportunidade de voltar a se reunir e encontrar um público que ainda quer ver isso. É incrível ver várias gerações reunidas, pessoas que tocamos com o nosso trabalho. É um privilégio.”

O show terá abertura de Pabllo Vittar, que foi bastante elogiada pelas Pussycat Dolls. “Eu sou muito fã”, disse uma das artistas, que também recordou uma apresentação da cantora brasileira na Austrália. “Ela foi incrível. Estou muito animada por ter a Pabllo com a gente.”

Por fim, o trio enfatizou como o público brasileiro compreende a mensagem do grupo. “Sentir que seu trabalho é compreendido como artista, como pessoa e como mulher é tudo que alguém pode querer ao fazer música e subir ao palco. E os brasileiros garantem isso como ninguém.”

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