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São Paulo

Pastor investigado por morte em motel de Catanduva tem histórico de violência doméstica e posse irregular de arma

Alex Sandro Soares Zeca, pastor detido após morte em motel, já foi preso por agressão à esposa e posse ilegal de revólver em Catanduva.

21/10/2026 às 15h25  ·  Atualizado em 21/10/2026 às 15h26

O pastor Alex Sandro Soares Zeca, investigado pela morte de um homem em um motel de Catanduva, interior de São Paulo, possui um histórico policial que envolve prisão por violência doméstica e posse irregular de arma de fogo, conforme informações da Polícia Militar local. Ele foi detido novamente no dia 19 de outubro após nova ocorrência de violência doméstica contra sua esposa.

Em novembro de 2025, a filha do casal, então com 11 anos, denunciou briga entre os pais à polícia. Na ocasião, os policiais encontraram a mãe do menino com ferimentos na boca. Também foi apreendido um revólver carregado no guarda-roupa da residência do pastor, que não possuía documentação para a posse legal da arma. Alex foi encaminhado ao hospital sob escolta policial antes da prisão, e a esposa solicitou medida protetiva de urgência.

No episódio mais recente, o pastor discutiu com a esposa, exigindo que ela deixasse a casa. Ele fugiu e foi encontrado pela polícia em um terreno vizinho. Após prestar depoimento foi liberado.

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O caso que motivou a atual investigação ocorreu no dia 12 de outubro, quando Alex, a mulher Ana Lígia Oliveira do Carmo e Fabrício Augusto Das Neves, de 33 anos, estiveram em uma suíte de motel em Catanduva. Conforme depoimentos, os três consumiram bebidas alcoólicas e drogas como maconha e cocaína, esta última fornecida pelo pastor, segundo Ana.

Fabrício passou mal e apresentou convulsões dentro do motel. Ao tentar socorrê-lo, Alex derrubou o portão do local durante a fuga de carro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, porém Fabrício morreu no local. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil sob as suspeitas de morte suspeita, dano, fraude processual, outras fraudes e porte de drogas para consumo pessoal.

O Motel Psiu, onde ocorreu o fato, declarou que preserva o sigilo dos clientes e não irá comentar o caso.

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