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São Paulo

Menina de 8 anos batiza filhotes de onça-parda como ‘Café e Cacau’ em homenagem à tradição cafeeira de Garça

Aurora Bianco Serra foi a vencedora da votação popular que escolheu os nomes dos filhotes de onça-parda no Zoológico de Garça.

21/10/2026 às 07h41
1 de 4 Aurora Bianco Serra no zoológico municipal de Garça visitando os filhotes de onça-parda. A menina de 8 ano que sugeriu os nomes Café e Cacau
1 de 4 Aurora Bianco Serra no zoológico municipal de Garça visitando os filhotes de onça-parda. A menina de 8 ano que sugeriu os nomes Café e Cacau — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

Aos 8 anos, Aurora Bianco Serra ganhou destaque ao batizar filhotes de onça-parda como “Café e Cacau” no Zoológico Municipal de Garça, no interior de São Paulo. A escolha, divulgada em 20 de outubro de 2026, saiu vencedora em uma votação popular que contou com 1.400 participantes e recebeu 54,4% dos votos.

A sugestão da menina presta homenagem à forte tradição cafeeira de Garça, além de fazer referência à pelagem dos animais. Os filhotes foram resgatados em Monte Aprazível em 10 de outubro de 2025, e ficaram inicialmente no Zoobotânico de São José do Rio Preto antes de serem transferidos para Garça em 23 de setembro de 2026, visando o bem-estar dos felinos.

Aurora revelou que, ao conhecer os filhotes, a primeira palavra que lhe veio à mente foi “café”, devido à ligação de sua família com a cultura do café. O segundo nome, “cacau”, surgiu da observação do tom da pelagem e do ambiente onde os animais se encontram.

Leia também: Filhotes de onça-parda do Zoológico de Garça recebem nomes ‘Café’ e ‘Cacau’ em votação popular

A votação para escolher os nomes foi aberta pela Prefeitura de Garça após a chegada dos filhotes ao município. Inicialmente, a população enviou 208 sugestões, que foram reduzidas a cinco opções finalistas, dentre as quais “Café e Cacau” superou nomes como “Mufasa e Zara”.

Os filhotes, um macho e uma fêmea, passaram por um processo de reabilitação no Zoobotânico de São José do Rio Preto. Eles pesavam cerca de 850 gramas na chegada e atualmente pesam 39,8 quilos e 30,5 quilos, respectivamente. Apesar do cuidado veterinário contínuo, não poderão ser reintroduzidos na natureza, pois foram separados precocemente da mãe e não adquiriram comportamentos necessários para a sobrevivência selvagem.

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