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Santa Catarina

Suspeito preso por queda fatal de mulher do 7º andar em Criciúma é liberado após reconstituição indicar acidente

Reconstituição aponta queda acidental de Daisy Ferreira Maiesck, e homem inicialmente preso foi solto em Criciúma (SC).

16/10/2026 às 15h26

O homem preso sob suspeita de envolvimento na morte de Daisy Ferreira Maiesck, de 34 anos, em Criciúma (SC), foi liberado após o procedimento de reconstituição do caso indicar que a queda da vítima do 7º andar foi acidental. A decisão ocorreu na terça-feira (13), segundo o delegado responsável pelo caso, Márcio Neves.

Daisy faleceu em 3 de outubro no apartamento que alugava, localizado no Centro da cidade. Conforme as investigações, ela e o homem ficaram trancados no banheiro do imóvel após o trinco da porta cair, impossibilitando a saída pelo local.

Durante a tentativa de escapar pelo acesso da janela do banheiro, afastada por um fosso do prédio, a vítima teria acidentalmente caído do 7º andar. A reconstituição do ocorrido aconteceu na sexta-feira (9) com a participação do suspeito, oficial de polícia científica e do delegado.

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Antes do acidente, o homem e a vítima tentaram destrancar a porta utilizando objetos como a escova de dentes e a ponta do pote de sabonete líquido. Quando os esforços não tiveram sucesso, Daisy tentou passar pela janela para acessar outro apartamento, quando a queda se deu.

O suspeito, encontrado ainda trancado no banheiro e aparentemente sem lesões, inicialmente foi preso por homicídio doloso e desacato. Ele relatou que conhecia Daisy por meio de uma plataforma de acompanhantes e que estiveram juntos no local desde as 21h, consumindo bebidas e maconha. Ele declarou estar sob efeito do álcool no momento dos fatos e ter demorado a compreender o ocorrido.

A Polícia Militar foi acionada pela emergência durante a madrugada e, ao chegar ao local, a entrada foi permitida por uma amiga da vítima e vizinho, devido ao sistema de segurança do edifício.

Com base na reconstituição e nos indícios colhidos, as autoridades descartaram crime intencional na morte, e o homem foi solto por decisão judicial. O inquérito seguirá em investigação, com prazo para conclusão de até 30 dias.

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