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Espírito Santo

Polícia desvenda exploração sexual de adolescentes do RJ em boca de fumo em Vila Velha e detém quatro suspeitos

Adolescentes do Rio de Janeiro foram vítimas de exploração sexual em Vila Velha, ES, vinculada a ponto de tráfico de drogas; quatro pessoas foram presas.

21/10/2026 às 14h28

Quatro pessoas foram detidas na terça-feira (20) em Vila Velha, na Região Metropolitana de Vitória, em uma operação policial que investigava tráfico de drogas e exploração sexual de adolescentes. Segundo a Polícia Militar, duas adolescentes que eram vítimas do esquema vieram do Rio de Janeiro para o Espírito Santo sob a promessa de ganhar dinheiro.

A abordagem inicial ocorreu com um adolescente de 15 anos, suspeito de portar drogas no bairro Divino Espírito Santo. Com ele foram apreendidas pedras de crack e dinheiro, além de constar um mandado judicial em aberto contra o menor.

Durante uma busca na residência onde o adolescente morava, as autoridades encontraram outras duas adolescentes, mais drogas, R$ 714 em espécie e celulares utilizados para a prática dos crimes, totalizando 101 pedras de crack, 100 buchas de maconha e 53 unidades de PAC.

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Segundo o comandante do 4º Batalhão, tenente-coronel Kunsch, as imagens das vítimas eram divulgadas em um site de oferta de serviços sexuais. As investigações apontam que o grupo criminoso agia de forma articulada e há indícios de expansão das atividades envolvendo a exploração de menores.

Foram detidas três mulheres, com idades de 20, 18 e 16 anos, além do adolescente de 15 anos. As duas mulheres adultas foram autuadas em flagrante por crimes relacionados a tráfico de drogas e exploração sexual de menores. Os dois adolescentes assinaram boletim de ocorrência e foram reintegrados às famílias, tendo as vítimas encaminhadas ao Conselho Tutelar para atendimento.

A Polícia Civil conduziu os suspeitos para a Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle), onde foram formalizadas as autuações. A reportagem buscou informações sobre a situação das vítimas com o Conselho Tutelar, mas não obteve retorno até a publicação.

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