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Rio de Janeiro

Condenados por estupro coletivo em Copacabana respondem a novas acusações e investigações

Dois homens já condenados por estupro coletivo em Copacabana enfrentam processos e inquéritos por outros crimes sexuais ocorridos nos últimos anos.

18/10/2026 às 05h26
1 de 3 Vitor Hugo e Mattheus
1 de 3 Vitor Hugo e Mattheus — Foto: Reprodução

Dois homens condenados a 15 anos de prisão pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, estão respondendo a novos processos e investigações relacionados a crimes sexuais ocorridos nos últimos três anos.

Vitor Hugo de Oliveira Simonin foi indiciado em agosto pela 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) por estupro de uma adolescente durante uma festa no Humaitá, Zona Sul do Rio, em 2025. A vítima, menor de idade e alcoolizada, relatou ter sido coagida a praticar sexo oral contra sua vontade. Testemunhas confirmaram que Simonin tentou tocar a vítima sem permissão e que ela denunciou o fato em estado de choro. Simonin também está sob investigação pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Sul por suposto estupro de outra adolescente de 17 anos em 2026, caso relacionado ao pré-carnaval da cidade.

Já Mattheus Veríssimo Zoel Martins, que respondeu pelo estupro coletivo em Copacabana também como menor de idade, responde por outro processo de estupro envolvendo uma menina de 14 anos em 2023. Segundo o depoimento da vítima, ela foi convidada à casa de Mattheus, na Zona Norte, onde sofreu a violência praticada por ele junto a outros suspeitos, com imagens do crime supostamente gravadas e divulgadas. Outro envolvido no caso, Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, entregou-se à polícia em junho de 2026 e responde ao processo em tramitação na 1ª Vara Especializada em Crianças e Adolescentes (Veca).

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Além disso, um menor de idade envolvido no estupro coletivo de Copacabana foi internado compulsoriamente pelo Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) após decisão judicial em abril deste ano.

Os processos e investigações evidenciam a reincidência dos acusados em crimes sexuais e reforçam o acompanhamento do sistema de justiça em casos envolvendo jovens vítimas e a atuação conjunta das delegacias especializadas na proteção à mulher e à infância.

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