Festival de Artes Cênicas Preta do Maranhão reúne teatro, dança e performances em São Luís
Evento ocorre de 13 a 17 de outubro com uma programação diversa, incluindo espetáculos, oficinas e lançamentos.
O Festival de Artes Cênicas Preta do Maranhão está acontecendo em São Luís entre os dias 13 e 17 de outubro de 2026, apresentando uma programação que inclui teatro, dança, performances, oficinas e lançamentos de livros espalhados por vários espaços culturais, teatros, escolas e pontos do Centro Histórico da capital.
A abertura oficial do evento aconteceu nesta terça-feira (13) com oficinas, cenas curtas e o espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense, exibido às 20h no Teatro Sesc Napoleão Ewerton, com classificação indicativa de 12 anos e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Programação diversificada durante a semana
Na quarta-feira (14), o público teve a oportunidade de conferir espetáculos como Flor de Mulungu, do Coletivo Mulungu, às 16h no Teatro Sesc Napoleão Ewerton, também com audiodescrição e interpretação em Libras, e Mover-se como Plantas, da Plataforma Gang, às 19h30 no Teatro Luiz Pazzini.
Na quinta-feira (15), as atividades incluíram a performance Cuidado com Nós às 10h na Rua Grande, e o espetáculo À Sombra da Goiabeira, do grupo Teatro Negro e Atitude, de Minas Gerais, às 19h30 no Teatro Luiz Pazzini, além de outras oficinas e performances ao longo do dia.
Na sexta-feira (16), foram realizadas um roteiro afroturístico pelo Centro Histórico às 15h, o lançamento de livros às 16h, e a apresentação da performance Yarara Xaxará, de Tiyê Macau, às 18h no Espaço Cultural Humberto de Maracanã. Também houve o espetáculo de dança Malemole, de Déborah Santos e Jônatas Joca, do Ceará, às 20h no Teatro Luiz Pazzini.
Encerramento com espetáculo no Teatro Arthur Azevedo
O festival será encerrado no sábado (17), com atrações em diferentes horários: O Tiro, de Luiz Lucas, de Minas Gerais, será apresentado às 16h no Teatro Luiz Pazzini; Histórias na Terra, de Kamylla dos Santos, do Grupo Baquetá, do Paraná, às 17h no Centro Cultural Vale Maranhão; e Parto Pavilhão, com Aysha Nascimento, direção de Naruna Costa e texto de Jhonny Salaberg, às 19h no Teatro Arthur Azevedo. Essa última apresentação conta com classificação indicativa de 14 anos e interpretação em Libras.
Oficinas e atividades educativas
O festival também oferece oficinas nas áreas de teatro, dança, dramaturgia e produção cultural, abordando temas como estética da atitude e poética da negrura, jogos de presença e criação, dança e ancestralidade, além de produção e gestão para negócios criativos. Parte dessas oficinas é realizada em escolas parceiras, com acesso restrito aos participantes dessas instituições, acompanhadas ainda por atividades de mediação nas escolas que recebem as cenas curtas.