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Piauí

Prefeito de Angical do Piauí com leucemia enfrenta terceira recaída e busca aprovação para tratamento

Bruno Neto, prefeito com diagnóstico de leucemia desde 2024, luta por autorização do plano de saúde para terapia recomendada após terceira recaída.

Por redação gnews 13/10/2026 às 10h21
1 de 1 Prefeito de cidade do PI anuncia terceira recaída da leucemia
1 de 1 Prefeito de cidade do PI anuncia terceira recaída da leucemia — Foto: Reprodução

O prefeito de Angical do Piauí, Bruno Neto (MDB), anunciou no último domingo (11) a terceira recaída da leucemia que enfrenta desde novembro de 2024. Desde o diagnóstico, o gestor passou por cirurgias, incluindo a remoção do baço e do estômago, e realizou um transplante de medula óssea em maio de 2025.

A primeira recaída ocorreu em setembro de 2025, quatro meses após o transplante. Após tratamento, o prefeito recebeu alta e voltou para casa em outubro daquele ano. Já a segunda recaída foi registrada em abril de 2026, momento em que Bruno observou alterações na visão. Ele iniciou novo tratamento, recebendo alta em junho de 2026.

A terceira recaída foi confirmada em setembro de 2026. Diante do quadro, os médicos indicaram duas opções terapêuticas: um segundo transplante de medula óssea ou a terapia CAR-T Cell. Essa última é uma técnica inovadora que utiliza os linfócitos do próprio paciente, modificados em laboratório para combater as células cancerígenas.

O prefeito informou que o tratamento com CAR-T Cell tem custo estimado em cerca de R$ 3 milhões, e está buscando apoio da população para pressionar o plano de saúde, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), para liberar a realização do procedimento. Até a última atualização, Cassi não havia se manifestado sobre o pedido.

O transplante feito em 2025 contou com a doação de medula do irmão mais novo do prefeito. Caso um novo transplante seja necessário, os potenciais doadores seriam outro irmão e seu filho, de 13 anos. Bruno Neto salientou que o transplante é um processo longo e desgastante, que implicaria em cerca de seis meses de tratamento em São Paulo.

Em sua comunicação ao público, Bruno Neto fez um apelo para que a comunidade se mobilize e ajude na pressão pelo acesso ao tratamento indicado, buscando garantir a continuidade do cuidado médico com a doença.

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